Carta para Julieta, a do Romeo, sabe?
Julieta,
ah... nem sei se essa lenda toda é verdade... mas essa mentira acreditada mexe tanto comigo... mexeu e sempre vai mexer... sinceramente espero que você não tenha o amado tanto, o seu Romeo, eu digo; ou tenha amado sim, muito e tanto que fosse capaz de suportar e superar todos os impecílios. Não sei se te invejo, se admiro ou adverto; Amor dói, e sempre machuca, por pouco e por nada... Mas, sinceramente, Caríssima Julieta, eu tenho sentido falta, talvez não só de amar, de sentir as borboletas voando no estômago... mas de sofrer por ele, o amor... de sentir ciúmes capazes de alterar meu ciclo digestivo... de ter febre de saudade... aliás... de ter de quem sentir saudade.
Se me permite, um pouco mais de ousadia, to sem vontade de fazer sexo e sem ninguém pra fazer amor.
Um por falta de tesão, outro por falta de ardor. Não sei se é um problema ou um momento pra pensar, pra parar... sinceramente, Moça dos contos, eu acho que não morreria por um amor como você fez... ou talvez já morri... de uma forma diferente... por um amor que eu tive há tempos... e hoje compartilha outros beijos senão os meus... não quero pedir um amor novo, queria o meu de volta... ou o coração que ele levara quando partiu, pelo menos... Mesmo que ele não bata novamente por qualquer outra pessoa, que eu possa tê-lo meu para bater por mim, porque do amor... eu nem sei bem o que quero de verdade, mas não perderia a oportunidade de lhe escrever.
Um beijo afetuoso, do admirador crítico ex-apaixonado que vos escreve.
ah... nem sei se essa lenda toda é verdade... mas essa mentira acreditada mexe tanto comigo... mexeu e sempre vai mexer... sinceramente espero que você não tenha o amado tanto, o seu Romeo, eu digo; ou tenha amado sim, muito e tanto que fosse capaz de suportar e superar todos os impecílios. Não sei se te invejo, se admiro ou adverto; Amor dói, e sempre machuca, por pouco e por nada... Mas, sinceramente, Caríssima Julieta, eu tenho sentido falta, talvez não só de amar, de sentir as borboletas voando no estômago... mas de sofrer por ele, o amor... de sentir ciúmes capazes de alterar meu ciclo digestivo... de ter febre de saudade... aliás... de ter de quem sentir saudade.
Se me permite, um pouco mais de ousadia, to sem vontade de fazer sexo e sem ninguém pra fazer amor.
Um por falta de tesão, outro por falta de ardor. Não sei se é um problema ou um momento pra pensar, pra parar... sinceramente, Moça dos contos, eu acho que não morreria por um amor como você fez... ou talvez já morri... de uma forma diferente... por um amor que eu tive há tempos... e hoje compartilha outros beijos senão os meus... não quero pedir um amor novo, queria o meu de volta... ou o coração que ele levara quando partiu, pelo menos... Mesmo que ele não bata novamente por qualquer outra pessoa, que eu possa tê-lo meu para bater por mim, porque do amor... eu nem sei bem o que quero de verdade, mas não perderia a oportunidade de lhe escrever.
Um beijo afetuoso, do admirador crítico ex-apaixonado que vos escreve.
André Sgalbieri. {Em 10-04-2012} ♥
18:43 | | 0 Comments
Trechinho
Poesia: Nem sempre rima, tem métrica ou é feita de versos bonitos. As melhores que eu senti são simples, pequenas, e fazem sentido.
To sem vontade de fazer sexo e sem ninguém pra fazer amor.
Um por falta de tesão, outro por falta de ardor.
17:46 | | 0 Comments
Pense.
Para... vou te pedir um tempo... pra pensar.
Pense em quantas coisas boas você conquistou na vida.
Pense em quantas vezes você fez amor com alguém que você realmente amava.
Pense em quantas pessoas você conheceu e criou um laço de afinidade...de encontros, de momentos, de amizades eternas.
Pense em quantas horas você precisou investir estudando para passar numa prova de matemática em que um colega seu precisou de apenas duas ou três fórmulas anotadas na palma das mãos para fazê-la e se dar melhor que você.
Pense em quantas roupas você comprou por consumismo, e em quantas outras você não comprou porque não valorizou o bumbum, ou marcou a barriguinha.
Pense em quantas cores você repugnou até vê-las brilhando ou vestindo outras pessoas.
Pense em quantas casas você já morou... casas, apartamentos, conjugados ou quarto do namorado na casa dos pais dele (que era o máximo que vocês tinham).
Pense em quantos meninos você beijou.
Pense em quantas meninas você beijou, querendo beijar meninos em vez delas. Ou vice-versa.
Pense em quantas rugas você evitou dando um sorriso ao invés de um tapa.
Pense em quantos motivos você teve para fazer uma tatuagem, colocar um piercing, ou pintar/cortar o cabelo radicalmente, se é que realmente você teve motivos para isso.
Pense em quantos anos você levou pra se formar e hoje em dia fica tentando lembrar o que é mesmo coseno de teta?
Pense em quantas vezes você sedeu lugar à uma senhora numa condução cheia.
Pense em quantas vezes você foi gentil com alguém, e com extrema sinceridade perceba quantas vezes pessoas estranhas foram gentis com você.
Pense em quantas cartas de amor você já leu... feitas por ou para você.
Pense em quantos dias de chuva impediram seus planos de tirar o dia de folga na praia.
Pense em quantas vezes você ouviu que o problema não era com você e sim com ele, e sentiu raiva por isso.
Pense em quantas vezes você falou que o problema era com você e não com eles, e os fez sentirem raiva de você.
Pense em quantos olhares você recebeu e sequer os acolheu, e sinta-se o máximo depois disso... Agora...
Pense em quantos olhares você não recebeu de volta após virar a cabeça ou quase cair por perder o foco.
Pense.
Pare e pense: quem você pensa que é pra julgar alguma coisa em mim?!
01:04 | | 0 Comments
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Quem sou eu
- * Guï *
- Simplismenet um SER NORMAL, diferente do comum e mais ESPECIAL do que você possa imaginar! Corpo de HOMEM, jeitinho de moleque, amando sempre, tentando sempre... aprendendo cada vez mais a dar valor a VIDA! Ser feliz é o que me importa agora... se quizer vires comigo, seja bem-vindo... traremos felicidade um ao outro! Guï
Meu.
É meu, para mim! Quando escrevo, escrevo de mim para eu mesmo, expondo as vontades e dores que tenho na minha individualidade, sem necessidade de explanação, só como uma forma de retirá-los de dentro de mim, sem ter de esquecê-los no tempo. Guardo aqui, os momentos que chorei e sofri, e até os que sorri, para se precisar, lembrar. Principalmente, lembrar o porque de eu não querer mais, sequer, lembrar.








