Assim.



Assim.
"Não vê? Está na cara! Eu sou porta-bandeira de mim." ♫

Os sentimentos estão confusos. Estão saindo e se manifestando; misturados, apáticos e leigos.
São só sentimentos. Só sentidos sérios, e bobos. Soltos e sábios.
E o sentir impõe barreiras para que nada alcance o interior. A parcela externa é tocável, sentida e usada; enquanto a outra, emotiva e intrínseca, torna-se morna, longínqua, e pouca. Mas não é falta ou ganância em não dividir, é diferente. Tornou-se frio o coração que sempre foi quente, até achar um grande e verdadeiro amor, diferente destes que tive, destes que achei viver; trata-se de uma ‘pré-preocupação’ de sofrer, de depois, do amanhã.
Eu espelho o que estou sentindo, e neste momento primeiro, eu ainda ajo egoistamente, única e exclusivamente de mim para eu mesmo.
Não fique triste comigo, esse é meu jeito de viver o amor que sinto.
Eu sou assim, se quiser gostar de mim, vem! E eu te explico no caminho.
Porque eu aprendi na dor que não se troca um grande amor por um pouco de carinho.



"Encontrei moedas pelo chão, mas não vi ninguém pra me abraçar, me dar a mão." ♫

3 comentários:

Dani disse...

quem disse q o amor eh facil?

Unknown disse...

"E quem foi que disse que o amor é justo?" (Lord, for you!)

Bruno Bueno disse...

"aprendi na dor que não se troca um grande amor por um pouco de carinho"

Perfeito... Lindo texto, sábias palavras.

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Simplismenet um SER NORMAL, diferente do comum e mais ESPECIAL do que você possa imaginar! Corpo de HOMEM, jeitinho de moleque, amando sempre, tentando sempre... aprendendo cada vez mais a dar valor a VIDA! Ser feliz é o que me importa agora... se quizer vires comigo, seja bem-vindo... traremos felicidade um ao outro! Guï

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Uma boa leitura, um momento de frescura pra uma vida dura.

Meu.

É meu, para mim! Quando escrevo, escrevo de mim para eu mesmo, expondo as vontades e dores que tenho na minha individualidade, sem necessidade de explanação, só como uma forma de retirá-los de dentro de mim, sem ter de esquecê-los no tempo. Guardo aqui, os momentos que chorei e sofri, e até os que sorri, para se precisar, lembrar. Principalmente, lembrar o porque de eu não querer mais, sequer, lembrar.

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