Rascunho poema

No meio de mim, onde ser sou eu primeiro mora o maior medo que tem aqui... Medo disso tudo! Medo do muro que fica entre o presente e o futuro. Ter que escolher um lado, é um fardo pesado pra quem nunca dividiu nem quis ver dividido! Inconscientemente calado, sente o que construiu no passado doendo no presente! É preciso deixar tudo de lado pra poder pular pro próximo ato - o futuro. abrir mão do mundo abrir mão de tudo pra colher seu fruto. Bruto. Puro. Próprio. Sumo. Não é pouco- é muito! Porque o muro sou eu e eu sou o muro. Não sei se quebro. Se pulo. Se furo e atravesso pelo buraco e vivo só um pedaço disso tudo. Ou se volto correndo e sumo no mundo. Mundo que também sou eu, todo quebrado. Um Buraco Um Breu Quem sou eu nesse espaço? O que é realmente meu? O que é falso?

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O Deco, O Dé, O Gui, O Sonhadorzinho.

Sonhadorzinho

Sonhadorzinho
Uma boa leitura, um momento de frescura pra uma vida dura.

Meu.

É meu, para mim! Quando escrevo, escrevo de mim para eu mesmo, expondo as vontades e dores que tenho na minha individualidade, sem necessidade de explanação, só como uma forma de retirá-los de dentro de mim, sem ter de esquecê-los no tempo. Guardo aqui, os momentos que chorei e sofri, e até os que sorri, para se precisar, lembrar. Principalmente, lembrar o porque de eu não querer mais, sequer, lembrar.

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