Rascunho
. Há tanto medo aqui. De deixar ir pra ficar mais natural Pra fugir da norma e do normal Dói deixar ir O que a gente sabe que enquanto corpo cis eu facilmente alcançaria e fluiria por ali… Mas na transformação há uma ação irrevogável! Inolvidável! Indefensável e arrebatadora! Ora pesa uma parte ora outra. Desistir de tentar existir em ficar aqui menino - já tão pequenino - parece me agredir. Transvestir e atravessar a ponte que chega e deixa ir… No longe há um horizonte pra seguir… Mas ter que abandonar tudo que eu acreditava me deixa estática. Imóvel Sem direção nem propósito - é isso me despedaça… até não sobrar nada de mim. Então o quê ou quem eu sou no fim?
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O Deco, O Dé, O Gui, O Sonhadorzinho.
Sonhadorzinho
Uma boa leitura, um momento de frescura pra uma vida dura.
Meu.
É meu, para mim! Quando escrevo, escrevo de mim para eu mesmo, expondo as vontades e dores que tenho na minha individualidade, sem necessidade de explanação, só como uma forma de retirá-los de dentro de mim, sem ter de esquecê-los no tempo. Guardo aqui, os momentos que chorei e sofri, e até os que sorri, para se precisar, lembrar. Principalmente, lembrar o porque de eu não querer mais, sequer, lembrar.








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