Rascunho mãe
Eu peço licença, antes de você continuar a ler o que escreverei a seguir.
Licença poética e humana.
Pra tentar falar do maior amor e o maior medo que existe em mim.
Sem querer comparar.
Nem cobrar nada!
Eu quero pedir licença pra falar sem aspas nem conversa fiada do amor mais imenso que eu já senti.
O amor mais hiperbólico e menos metafórico que já consegui construir.
Eu vou falar de mim.
E do que recebi.
Um sentimento intrínseco tão grande que domina e ocupa tudo em mim.
Quando alguém fala de amor, eu só penso em ti!
Não vai mudar.
Onde eu passar você vai comigo.
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O Deco, O Dé, O Gui, O Sonhadorzinho.
Sonhadorzinho
Uma boa leitura, um momento de frescura pra uma vida dura.
Meu.
É meu, para mim! Quando escrevo, escrevo de mim para eu mesmo, expondo as vontades e dores que tenho na minha individualidade, sem necessidade de explanação, só como uma forma de retirá-los de dentro de mim, sem ter de esquecê-los no tempo. Guardo aqui, os momentos que chorei e sofri, e até os que sorri, para se precisar, lembrar. Principalmente, lembrar o porque de eu não querer mais, sequer, lembrar.








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