Reflexão








Desta vez eu me rendi à sua sinceridade e tomei-a emprestada para sobrepor o maior elemento da minha personalidade. Meu Egoísmo.
Tenho reparado nos olhares dos outros homens tanto desejo e vontades físicas que me enojam.
Desaprendi a ser feliz todo dia, ou simplesmente perdi alguns elos que me ligavam à essa felicidade contemporânea e cotidiana. Não posso forçá-los a fim de emendá-los e então retomar tudo como era antes da ruptura.
Naquele contexto de tempo e espera, eu ainda estou aprendendo as horas certas de cada intenção, e principalmente distinguindo o que realmente funciona como certo.
Não há mais motivos para negar, e omitir já se tornara insano há dias... toda aquela admiração fora quebrada, mas a falta que tudo aquilo faz pode ser reconstituída.
Eu retomei a conclusão, antiga, de que só existe um único e verdadeiro amor. Que se já tivermos passado por ele e ele fora embora é porque ainda não era o certo, ou se for ele mesmo... ainda vai voltar.

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Sonhadorzinho

Sonhadorzinho
Uma boa leitura, um momento de frescura pra uma vida dura.

Meu.

É meu, para mim! Quando escrevo, escrevo de mim para eu mesmo, expondo as vontades e dores que tenho na minha individualidade, sem necessidade de explanação, só como uma forma de retirá-los de dentro de mim, sem ter de esquecê-los no tempo. Guardo aqui, os momentos que chorei e sofri, e até os que sorri, para se precisar, lembrar. Principalmente, lembrar o porque de eu não querer mais, sequer, lembrar.

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