Fluir

Fluir Tavez eu seja. Talvez não! E eu não vou mudar de acordo com a sua opinião. Eu tenho sido inteira, isso para mim já é muito bom! Nem sempre certa, nem sempre cheia, nem sempre feliz – mesmo que eu queira. Uma mulher capaz de enfrentar o que vier fazendo tudo parar quando ameaça encostar na linha branca riscada no chão - que diz: Pare! Aqui não! Agora eu vou dançar. E dançar é verbo de movimento, em movimento. Ora rápido, ora lento. Conjugado em consenso. Dançarei para que o lugar de cada coisa aqui dentro – de mim. Faça sentido estar no movimento que eu criei quando eu não estiver mais olhando pra baixo, e possa dizer: Olhos nos olhos – no espelho ou no encaro. Fim.

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Sonhadorzinho

Sonhadorzinho
Uma boa leitura, um momento de frescura pra uma vida dura.

Meu.

É meu, para mim! Quando escrevo, escrevo de mim para eu mesmo, expondo as vontades e dores que tenho na minha individualidade, sem necessidade de explanação, só como uma forma de retirá-los de dentro de mim, sem ter de esquecê-los no tempo. Guardo aqui, os momentos que chorei e sofri, e até os que sorri, para se precisar, lembrar. Principalmente, lembrar o porque de eu não querer mais, sequer, lembrar.

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